Assentimento e Compaixão na Educação Inclusiva
Uma proposta conceitual para orientar a prática docente
Keywords:
Compaixão; Assentimento; Transtorno do neurodesenvolvimento; Inclusão Escolar; Análise do Comportamento., compaixao, assentimento, transtorno do neurodesenvolvimento, inclusao escolar, analise do comportamentoAbstract
Este artigo discute diretrizes conceituais para a inclusão escolar de estudantes fundamentadas na Análise do Comportamento. Trata-se de um estudo teórico-conceitual que articula princípios analítico-comportamentais e éticos aplicados à prática pedagógica, sem aplicação empírica direta. Diferencia-se consentimento, entendido como autorização legal, e o assentimento, definido como a concordância contínua e revogável do estudante, cuja retirada é compreendida como comunicação funcional legítima.
Apresenta-se o uso de índices observáveis de felicidade (IOH) e infelicidade (IOU) como indicadores comportamentais das propriedades reforçadoras ou aversivas das contingências em vigor, validados individualmente por avaliação indireta com familiares e observação direta no contexto escolar. O modelo Happy, Relaxed and Engaged (HRE), proposto por Hanley et al. (2014), é apresentado como referencial para práticas educacionais orientadas ao bem-estar.
Com base nesses referenciais, propõe-se uma tabela de perguntas direcionadoras destinada a apoiar a definição de objetivos educacionais eticamente sensíveis e socialmente válidos. As diretrizes apresentadas constituem hipóteses orientadoras que demandam validação empírica no contexto escolar brasileiro.
References
* no manuscrito
